Sou eu! Sou mar eterno
Sou Outono sem Inverno
Sou viagem sem razão
Sou primavera sem Verão
Sou, pelo meu vasto conhecimento
Pois vejo o abismo mas não sei o seu tormento
Sou, porque sei o que louvo e o que lamento
Porque vivo à brisa, mas não sei para onde sopra o vento
E para onde sopra o vento?
E quem, ou o quê, é esse vento?
Caminho, destino, futuro vaticínio,
Ou desejo, paixão, esperança pelo seu domínio?
Talvez simples sentimento, leme do coração,
Estradas do que sou mas sem saber o que são?
E o que são? São pedras, são passos
São problemas, buracos, mas amarras dos meus laços
Mas trás nada há, há vazio e escuridão
À frente: tudo o que há para haver pela nossa mão
Há mágoa, há dor, medo e temor
Mas há vida e cor, se há isto há amor
E o que é o amor?
Sou leigo, sei só o seu valor
É pé de cada passo, é boca de cada voz
É força que nos faz mover
Quem não o sente não sabe viver.
Para todas as almas que procuram algo que lhes toque, busquem antes o que vos agrade e não o que vos fizer duvidar.
Ricardo Valez
sábado, 28 de julho de 2001
domingo, 13 de maio de 2001
A Decisão
Por momentos, quais breves, meu coraçao disparou
Por momentos pensei, parou, deixei, acabou
Mas lembrei agora que nao é isto o que eu sou
Sou mais do que pensas, sou mais do pouco que te dou
Por isto, nao faço qualquer, menor, minha intenção
Vi-te, senti-te, e de mim mesmo estendo minha mão
E torno-me eu antitético à tua quente e fervida vontade
E ignoro-a, liberto-me, deixo-me descer pela minha sanidade
E negar-te-ei teu pedido de inreflexão
Porque sei que tudo seria uma mais em vão
E voltaria eu àquilo que sou, voltaria ao que aqui
Porque, da minha decisão: não te vou deixar
Mesmo não te tendo, não esqueço aquilo que prometi.
Por momentos pensei, parou, deixei, acabou
Mas lembrei agora que nao é isto o que eu sou
Sou mais do que pensas, sou mais do pouco que te dou
Por isto, nao faço qualquer, menor, minha intenção
Vi-te, senti-te, e de mim mesmo estendo minha mão
E torno-me eu antitético à tua quente e fervida vontade
E ignoro-a, liberto-me, deixo-me descer pela minha sanidade
E negar-te-ei teu pedido de inreflexão
Porque sei que tudo seria uma mais em vão
E voltaria eu àquilo que sou, voltaria ao que aqui
Porque, da minha decisão: não te vou deixar
Mesmo não te tendo, não esqueço aquilo que prometi.
quinta-feira, 15 de março de 2001
Um Sonho Que Pelo Teu Sonhar (o original de uma carta)
Bom dia
Sonhei e sei que bem sonhei
Pois assim foi que acordei
Mas lamento porque esqueci e não lembrei
E espero alegria no sonho que ainda não sei
Porque sei que o meu, talvez nem possa lembrar
Mas anseio e vivo à espera, até quando não mo vais contar
Desejo saber, conhecer, o sonho teu que me faz esperar.
Sonhei e sei que bem sonhei
Pois assim foi que acordei
Mas lamento porque esqueci e não lembrei
E espero alegria no sonho que ainda não sei
Porque sei que o meu, talvez nem possa lembrar
Mas anseio e vivo à espera, até quando não mo vais contar
Desejo saber, conhecer, o sonho teu que me faz esperar.
Consideração
Dizes, falas e cantas do fôlego do teu pulmão
Mas ignoro, desconheço, e pergunto: mas qual desilusão?
Pois o vento que da tua voz, constante sopra que o que faço, faço mal
E diz e contradiz tudo quanto te tenho dito, mas não como tal
Mas para quê, se sabes bem que o que dizes nem é o que pensas,
E se do que pensas, sei que pensas bem, porque o lamentas?
E qual então a razão do vento que me sopras ao ouvido
Se não desculpa do mal de quem sabes ser, mas não do que tenho sido
Pois em ti, o medo que te cobre pela dúvida que tens do meu ser
E fazes vã a voz que te grita sem nunca, nuca perecer?
Mas quebra a corrente, deixa-me voar àquilo que sou e só quem sou
Não o que a tua antítese quer de mim nem o que nunca deixou
Porque por forte sentimento que ignoro, assim como a sua razão
Por vezes sei mais que tu, sobre o que não é meu mas do que tens em mão
E se me foge compreensão do todo que e és e me tens chegado
É porque me queimas em ferro incandescente, a cada vez que chego perto
Das entras da emoção, mas também do que sabes ser errado
E transformas luminoso jardim, em profundo escuro deserto
Sem mesmo que, pelo respeito à consideração, já mais to fosse dizer
Mas sei que não o digo, não o faço porque não o quero fazer
E de todo o desejar pelo que te quero, quero só o melhor do teu bem
Quero só que me vejas através do que mostra a carne, que me compreendas também
Pois à medida que vem e vai, e volta naquilo que acontece
Há uma só coisa, que pouco, ainda que muito, o quão me entristece:
Que na enfermidade dos teus medos, sejam tais tantos assim
E a cada dia, sem razão, te afastes cada vez mais de mim.
Mas ignoro, desconheço, e pergunto: mas qual desilusão?
Pois o vento que da tua voz, constante sopra que o que faço, faço mal
E diz e contradiz tudo quanto te tenho dito, mas não como tal
Mas para quê, se sabes bem que o que dizes nem é o que pensas,
E se do que pensas, sei que pensas bem, porque o lamentas?
E qual então a razão do vento que me sopras ao ouvido
Se não desculpa do mal de quem sabes ser, mas não do que tenho sido
Pois em ti, o medo que te cobre pela dúvida que tens do meu ser
E fazes vã a voz que te grita sem nunca, nuca perecer?
Mas quebra a corrente, deixa-me voar àquilo que sou e só quem sou
Não o que a tua antítese quer de mim nem o que nunca deixou
Porque por forte sentimento que ignoro, assim como a sua razão
Por vezes sei mais que tu, sobre o que não é meu mas do que tens em mão
E se me foge compreensão do todo que e és e me tens chegado
É porque me queimas em ferro incandescente, a cada vez que chego perto
Das entras da emoção, mas também do que sabes ser errado
E transformas luminoso jardim, em profundo escuro deserto
Sem mesmo que, pelo respeito à consideração, já mais to fosse dizer
Mas sei que não o digo, não o faço porque não o quero fazer
E de todo o desejar pelo que te quero, quero só o melhor do teu bem
Quero só que me vejas através do que mostra a carne, que me compreendas também
Pois à medida que vem e vai, e volta naquilo que acontece
Há uma só coisa, que pouco, ainda que muito, o quão me entristece:
Que na enfermidade dos teus medos, sejam tais tantos assim
E a cada dia, sem razão, te afastes cada vez mais de mim.
sábado, 13 de janeiro de 2001
Parte da Nova Primavera II
Abertos atentos, assim os ouvidos que de mim
E assim também, como um renascer, aquela minha compaixão
Porque de boca vazia, falaste-me de palavra cheia
E da noite fez-se dia
E apesar de fechada a tua razão, vi, aberto foi teu coração
E houve fogo então, e do cobre derretido, compadeceu a minha alma
E ardeu-se-lhe desejar apaziguar a trovoada à sua calma
Onde sentimento crescente se fazia à presença da memória
Pela melodia que da tua voz, pois da alma à tua historia
Porque do mal havia já passado, ao presente fez-se o seu bem
E na beleza que me é incontestada, do melhor que a vida tem,
Pergunto a quem não o sabe: não será o bem que do mal advém?
Porque olho a luz que me cega pelo brilha pela beleza do teu olhar
E sei e vejo e sinto a pureza apesar do forte teu pesar
Porque na ausência da sanidade, abri-te, também eu, a alma que de mim
E vibraram os sinos e fez-se então entoar uma nova canção
Porque da tua palavra falaste-me em ternura na tua amizade
E em verdade, e de lágrima escorrida pelo coração
Pois assim foi que escolhi segurar-te em toda a minha mão
Porque apesar de fechada e incolor ser a flor
E pequeno o sentimento que brota e canta do coração
Sei que me és Primavera, mas sem querer o teu Verão
Porquanto, do refrigério da minha alma, sei, é esta a minha vontade
Porque no que se sente e há a ser sentido
Não há sentimento sem chama de realidade
E servir-te-ei de escudo e escudar-te-ei aquando precisares
E forte fortaleza a ti, me fortificarei aquando do coração o desejares.
E assim também, como um renascer, aquela minha compaixão
Porque de boca vazia, falaste-me de palavra cheia
E da noite fez-se dia
E apesar de fechada a tua razão, vi, aberto foi teu coração
E houve fogo então, e do cobre derretido, compadeceu a minha alma
E ardeu-se-lhe desejar apaziguar a trovoada à sua calma
Onde sentimento crescente se fazia à presença da memória
Pela melodia que da tua voz, pois da alma à tua historia
Porque do mal havia já passado, ao presente fez-se o seu bem
E na beleza que me é incontestada, do melhor que a vida tem,
Pergunto a quem não o sabe: não será o bem que do mal advém?
Porque olho a luz que me cega pelo brilha pela beleza do teu olhar
E sei e vejo e sinto a pureza apesar do forte teu pesar
Porque na ausência da sanidade, abri-te, também eu, a alma que de mim
E vibraram os sinos e fez-se então entoar uma nova canção
Porque da tua palavra falaste-me em ternura na tua amizade
E em verdade, e de lágrima escorrida pelo coração
Pois assim foi que escolhi segurar-te em toda a minha mão
Porque apesar de fechada e incolor ser a flor
E pequeno o sentimento que brota e canta do coração
Sei que me és Primavera, mas sem querer o teu Verão
Porquanto, do refrigério da minha alma, sei, é esta a minha vontade
Porque no que se sente e há a ser sentido
Não há sentimento sem chama de realidade
E servir-te-ei de escudo e escudar-te-ei aquando precisares
E forte fortaleza a ti, me fortificarei aquando do coração o desejares.
terça-feira, 2 de janeiro de 2001
A Escolha à Última Folha de Outono II
Escolher-se-á à preferência das suas escolhas
A artificial à aquela que a sua original
Aquando à ignorância das suas próprias origens
Porquanto da sua ignorância faz-se a sua futilidade
Mas fiz diferença entre prisão e oportunidade
E dei opção na diversidade da sua escolha
Na qual numa a sua, e noutra nenhuma à folha
Pois só a que caiu, caiu pela sua verdade
E na sua diversão, a sua escolha diversificou
E a folha de Outubro à sua originalidade
Mas em dúvida esperou e à escolha ponderou
Porque bela a ficção do mal à futilidade
Mas certa e forte a sua escolha
Na originalidade da sua folha
E na escuridão que do seu coração
O premio, medalha ou recompensa
Lhe entreguei em sua frágil mão
E uma e a outra também
E eu sem nada fiquei, se na ao ti
Mas fi-lo de alma à sua crença
Porque não há ficção sem realidade
Ainda que na realidade viva toda a sua canção
Onde à beleza, a sua, sem qualquer razão
Porque na realidade há dor, mas também o bem da ficção
Porque há muito mais que salte à vista da matéria
Porquanto toda a matéria à sua carne deteriorar-se-á
Mas só o espírito em magnificência permanecerá
Desta maneira escrevi-te e li-te e assim foi que te fiz
Tal é o que dizes, da folha ao poema, assim a tua raiz.
A artificial à aquela que a sua original
Aquando à ignorância das suas próprias origens
Porquanto da sua ignorância faz-se a sua futilidade
Mas fiz diferença entre prisão e oportunidade
E dei opção na diversidade da sua escolha
Na qual numa a sua, e noutra nenhuma à folha
Pois só a que caiu, caiu pela sua verdade
E na sua diversão, a sua escolha diversificou
E a folha de Outubro à sua originalidade
Mas em dúvida esperou e à escolha ponderou
Porque bela a ficção do mal à futilidade
Mas certa e forte a sua escolha
Na originalidade da sua folha
E na escuridão que do seu coração
O premio, medalha ou recompensa
Lhe entreguei em sua frágil mão
E uma e a outra também
E eu sem nada fiquei, se na ao ti
Mas fi-lo de alma à sua crença
Porque não há ficção sem realidade
Ainda que na realidade viva toda a sua canção
Onde à beleza, a sua, sem qualquer razão
Porque na realidade há dor, mas também o bem da ficção
Porque há muito mais que salte à vista da matéria
Porquanto toda a matéria à sua carne deteriorar-se-á
Mas só o espírito em magnificência permanecerá
Desta maneira escrevi-te e li-te e assim foi que te fiz
Tal é o que dizes, da folha ao poema, assim a tua raiz.
terça-feira, 19 de dezembro de 2000
Consideração (o original de uma carta)
Mas qual desiludir?
Estas sempre a dizer que o que eu faço, faço mal
Contradizendo tudo quanto te tenho dito, mas não como tal
E para quê, se sabes bem que o que dizes nem é o que pensas,
E se o que pensas, pensas bem e não mal
Qual então a razão do que me tens dito
Se não para desculpares o mal que não é meu
Só pelo receio que te cobre pela dúvida que de mim
E do que te cito?
Deixa-me por favor ser só eu mesmo e só quem sou
Não o que a tua antítese quer de mim nem o que nunca deixou
Porque por alguma razão
Por vezes sei mais que tu, sobre o que não é meu
Mas do que tens em mão
E se não te percebo na totalidade do que me é chegado
É porque me reprimes a cada vez que chego perto
Do que sabes ser errado
Sem mesmo eu to dizer
Mas ano o digo porque não o quero fazer
Só quero o melhor do teu bem
Só quero que me compreendas também
Porque a única coisa que me entristece
É que tenhas tanto medo assim
E a cada dia ter afastes mais de mim.
Boa noite menina Antitética
E não duvides da gratidão que tenho pela tua amizade.
Estas sempre a dizer que o que eu faço, faço mal
Contradizendo tudo quanto te tenho dito, mas não como tal
E para quê, se sabes bem que o que dizes nem é o que pensas,
E se o que pensas, pensas bem e não mal
Qual então a razão do que me tens dito
Se não para desculpares o mal que não é meu
Só pelo receio que te cobre pela dúvida que de mim
E do que te cito?
Deixa-me por favor ser só eu mesmo e só quem sou
Não o que a tua antítese quer de mim nem o que nunca deixou
Porque por alguma razão
Por vezes sei mais que tu, sobre o que não é meu
Mas do que tens em mão
E se não te percebo na totalidade do que me é chegado
É porque me reprimes a cada vez que chego perto
Do que sabes ser errado
Sem mesmo eu to dizer
Mas ano o digo porque não o quero fazer
Só quero o melhor do teu bem
Só quero que me compreendas também
Porque a única coisa que me entristece
É que tenhas tanto medo assim
E a cada dia ter afastes mais de mim.
Boa noite menina Antitética
E não duvides da gratidão que tenho pela tua amizade.
segunda-feira, 4 de dezembro de 2000
Palavras de Silêncio
Por palavras ri, sorri, cantei e alegrei
No silêncio desci, vivi, matei e errei
Palavras ouvi, senti, tomei ao que morri
Em silêncio deixei, cessei e assim vivi
Por palavras caí, sofri, voltei e tentei
No silêncio andei, pensei, mas voltar nem sei
Palavras de vida, alegria e amor
Em silêncio a morte, tristeza e a dor
Porque a palavra traz sentimento à sua realidade
Mas só no silêncio de si, se esconde essa sua verdade
Porquanto o ouvido de mim abri e assim atento ouvi
Mas a palavra fez-se deturpada à sua veracidade
E o sentimento do seu poder não vi e nem longe senti
Porque a palavra que traz a amargura ao seu sentimento
Faz do silêncio escudo portador da paz após o tormento
Ou do tormento, o mesmo a sua palavra ao esquecimento
Pois no silencio se esquece, e provem e maior sofrimento
Por palavras, triste chorei, em luto cantei
Do silêncio que vi, vivi, à morte de si
Em palavras de dor, mágoa, aquilo que sei
Do silêncio que deixei, cessei, ao que cumpri
Pena, na falta da palavra que me falou
Pelo qual silêncio o qual a voz sufocou
Numa ausência de silencio que me faltou
Pela qual palavra a qual na alma ficou.
No silêncio desci, vivi, matei e errei
Palavras ouvi, senti, tomei ao que morri
Em silêncio deixei, cessei e assim vivi
Por palavras caí, sofri, voltei e tentei
No silêncio andei, pensei, mas voltar nem sei
Palavras de vida, alegria e amor
Em silêncio a morte, tristeza e a dor
Porque a palavra traz sentimento à sua realidade
Mas só no silêncio de si, se esconde essa sua verdade
Porquanto o ouvido de mim abri e assim atento ouvi
Mas a palavra fez-se deturpada à sua veracidade
E o sentimento do seu poder não vi e nem longe senti
Porque a palavra que traz a amargura ao seu sentimento
Faz do silêncio escudo portador da paz após o tormento
Ou do tormento, o mesmo a sua palavra ao esquecimento
Pois no silencio se esquece, e provem e maior sofrimento
Por palavras, triste chorei, em luto cantei
Do silêncio que vi, vivi, à morte de si
Em palavras de dor, mágoa, aquilo que sei
Do silêncio que deixei, cessei, ao que cumpri
Pena, na falta da palavra que me falou
Pelo qual silêncio o qual a voz sufocou
Numa ausência de silencio que me faltou
Pela qual palavra a qual na alma ficou.
quinta-feira, 30 de novembro de 2000
Final do Fantasma do Passado
Era final o tempo que daquela canção
Era final o tempo em que lhe dava a sua mão
Era final o tempo que daquela jovem lua
Era final o tempo em que morreu na vontade que não era sua
E fazia-se fim na canção que juntos haviam cantado
E temia acabar e esquecer a alma por que se havia apaixonado
E que cessasse a melodia que vinda da alma canora
E que a cada dia se aproximasse a indesejada ultima hora
E fazia-se fim À dança pelo qual lhe ofereceu sua mão
Onde haviam dançado Às suas vidas à qual em primazia se abriu seu coração
E rodavam sobre si mesmos, tais almas, naquela dança terminal
E perdia-se no auge da paixão que o fazia esquecer todo o mal
E à luz tenebrosa da forte lua, sob o amor do seu luar
Entre escombros da solidão, fantasmas em regresso para o atormentar
Este, fez-se mostrar em tudo de si, tudo o que tinha e conhecia
Mas eram carne os fantasmas de outrora, e cegava-se à verdade que não via
E por fim fez-se fim numa vontade que já mais sua, e morreu
E deambulando pela sombra, perdeu-se até à nova Primavera, e m luz renasceu
E a luz fez desvanecer a escuridão da memória do fantasma do passado
E reviveu uma vida de amor e paixão pelo caminho que tem tomado.
Era final o tempo em que lhe dava a sua mão
Era final o tempo que daquela jovem lua
Era final o tempo em que morreu na vontade que não era sua
E fazia-se fim na canção que juntos haviam cantado
E temia acabar e esquecer a alma por que se havia apaixonado
E que cessasse a melodia que vinda da alma canora
E que a cada dia se aproximasse a indesejada ultima hora
E fazia-se fim À dança pelo qual lhe ofereceu sua mão
Onde haviam dançado Às suas vidas à qual em primazia se abriu seu coração
E rodavam sobre si mesmos, tais almas, naquela dança terminal
E perdia-se no auge da paixão que o fazia esquecer todo o mal
E à luz tenebrosa da forte lua, sob o amor do seu luar
Entre escombros da solidão, fantasmas em regresso para o atormentar
Este, fez-se mostrar em tudo de si, tudo o que tinha e conhecia
Mas eram carne os fantasmas de outrora, e cegava-se à verdade que não via
E por fim fez-se fim numa vontade que já mais sua, e morreu
E deambulando pela sombra, perdeu-se até à nova Primavera, e m luz renasceu
E a luz fez desvanecer a escuridão da memória do fantasma do passado
E reviveu uma vida de amor e paixão pelo caminho que tem tomado.
domingo, 12 de novembro de 2000
A Escolha à Última Folha de Outono
Escolher-se-á à preferência das suas escolhas
A artificial à aquela que a sua original
Aquando à ignorância das suas próprias origens
Porquanto da sua ignorância faz-se a sua futilidade
Mas fiz diferença entre prisão e oportunidade
E dei opção na diversidade da sua escolha
Na qual numa a sua, e noutra nenhuma à folha
Pois só a que caiu, caiu pela sua verdade
E na sua diversão, a sua escolha diversificou
E a folha de Outubro à sua originalidade
Mas em dúvida esperou e à escolha ponderou
Porque bela a ficção do mal à futilidade
Mas certa e forte a sua escolha
Na originalidade da sua folha
E na escuridão que do seu coração
O premio, medalha ou recompensa
Lhe entreguei em sua frágil mão
E uma e a outra também
E eu sem nada fiquei, se na ao ti
Mas fi-lo de alma à sua crença
Porque não há ficção sem realidade
Ainda que na realidade viva toda a sua canção
Onde à beleza, a sua, sem qualquer razão
Porque na realidade há dor, mas também o bem da ficção
Porque há muito mais que salte à vista da matéria
Porquanto toda a matéria à sua carne deteriorar-se-á
Mas só o espírito em magnificência permanecerá.
A artificial à aquela que a sua original
Aquando à ignorância das suas próprias origens
Porquanto da sua ignorância faz-se a sua futilidade
Mas fiz diferença entre prisão e oportunidade
E dei opção na diversidade da sua escolha
Na qual numa a sua, e noutra nenhuma à folha
Pois só a que caiu, caiu pela sua verdade
E na sua diversão, a sua escolha diversificou
E a folha de Outubro à sua originalidade
Mas em dúvida esperou e à escolha ponderou
Porque bela a ficção do mal à futilidade
Mas certa e forte a sua escolha
Na originalidade da sua folha
E na escuridão que do seu coração
O premio, medalha ou recompensa
Lhe entreguei em sua frágil mão
E uma e a outra também
E eu sem nada fiquei, se na ao ti
Mas fi-lo de alma à sua crença
Porque não há ficção sem realidade
Ainda que na realidade viva toda a sua canção
Onde à beleza, a sua, sem qualquer razão
Porque na realidade há dor, mas também o bem da ficção
Porque há muito mais que salte à vista da matéria
Porquanto toda a matéria à sua carne deteriorar-se-á
Mas só o espírito em magnificência permanecerá.
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